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Matéria
da Revista IstoÉ – de 04/03/2009...
• Osteopatia
na cura da dor - Araçatuba -
Estudos de...
• Osteopatia
- Demorei
para conhecer essa...
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por consulta com...
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completa uma...
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Viver Bem - Viva
bem com a coluna...
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Cura Através Das Mãos -
Método
fisioterapêutico inédito em...
• OSTEOPATIA
E QUIROPRAXIA - Métodos
que usam as...
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E QUIROPRAXIA, SURPREENDA-SE! - Métodos
Fisioterapêuticos que...
• OSTEOPATIA
CRANIANA TRATA... - Por
trás de uma simples...
SUGESTÕES
DE VÍDEOS
• Osteopatia
na EPTV
• Osteopatia é tema
do quadro VIDA SIMPLES, do telejornal, TVB Notícias
Quarta-feira
- 04/03/2009
COLUNA BOA, SEM CIRURGIA
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Matéria
da Revista IstoÉ – de 04/03/2009 - sobre
o problema da hérnia de disco, tratamentos
não agressivos e como surge esse problema
que aflige milhares de pessoas.
Pesquisa revela que somente 10% dos casos de hérnia
de disco precisam de operação. A grande
maioria é curada com terapias não agressivas.
Os números dão o tamanho do sofrimento:
cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem de
hérnia de disco, um problema caracterizado pelo
deslocamento da estrutura que existe entre as vértebras
da coluna. É responsável por grande dor
e, em vários casos, exige o afastamento dos pacientes
das atividades diárias. Em geral, é muito
comum que eles sejam logo encaminhados para uma cirurgia
corretiva, o que implica riscos inerentes a qualquer
operação, como o de sofrer reações à anestesia
ou ser vítima de infecções.
Um estudo divulgado na semana passada mostrou que esta
deveria ser a última estratégia a ser pensada.
Publicado na Revista da Academia Americana de Cirurgiões
Ortopédicos, o trabalho afirma que cerca de 90%
dos indivíduos portadores de hérnia de
disco podem se recuperar se fizerem uso das técnicas
como fisioterapia, acupuntura, reeducação
postural global (RPG) e analgésicos durante três
meses. Ou seja, apenas 10% têm verdadeiramente
indicação para cirurgia. A conclusão
foi baseada em uma ampla revisão de diversas pesquisas
que haviam sido realizadas sobre o tema.
O resultado vem ao encontro do que têm defendido
médicos mais especializados no assunto, como o
reumatologista José Goldenberg, de São
Paulo. “A cirurgia só deve ser um opção
quando não há resposta terapêutica
a um tratamento de no mínimo oito semanas envolvendo
fisioterapia, outras técnicas e medicamentos”,
defende. Goldenberg já se acostumou a receber
em seu consultório pacientes em busca de uma segunda
opinião, após ouvirem de seus médicos
que precisavam submeter-se a uma operação. “Posso
dizer com certeza que pelo menos 70% dos doentes que
me procuram com hérnia dizem ter tido indicação
cirúrgica”, afirma.
A publicitária Suely Souza Nascimento foi uma
delas. “A idéia de ficar imobilizada na
cama depois da cirurgia me assustava”, conta. “Além
disso, não havia certeza de que seria curada”.
Após sessões de RPG, acupuntura e fisioterapia,
feitas sob a orientação de Patrícia
de Almeida, ela voltou a realizar atividades que não
conseguia mais fazer, como dirigir. E esqueceu a cirurgia.
Suely tocou em um ponto importante. Além de todo
o desgaste que causa ao paciente do ponto de vista físico
e emocional, a operação nem sempre é sinônimo
de recuperação total. Segundo o fisioterapeuta
Helder Montenegro, do Instituto de Tratamento da Coluna
Vertebral, pelo menos 50% dos pacientes que passam por
uma cirurgia voltam a ter dor após dois anos do
procedimento..
O fisioterapeuta é o criador de uma técnica
que une os movimentos manuais da fisioterapia com o uso
de aparelhos que estimulam o fortalecimento muscular
do abdome e das costas. “Essa associação
reduz a dor e melhora a postura, contribuindo para resolver
o problema”, garante Montenegro. Foi a esse recurso
que recorreu a jogadora de vôlei de praia Larissa
França, tricampeã mundial.
Em 2002, uma crise a deixou longe das quadras e sem andar
por 22 dias. Provocado por excesso de esforço
físico repetitivo, seu caso teve uma primeira
indicação para cirurgia. “Meu médico
me disse que mesmo fazendo a intervenção
não poderia voltar a jogar”, conta. A atleta
não fez a operação e passou quatro
meses submetendo-se ao método desenvolvido pelo
fisioterapeuta. “Voltei a competir e, desde então,
vivo em paz com minha coluna”.
Há algumas atitudes que podem prevenir o surgimento
da hérnia. Entre elas, manter uma postura correta,
evitar ganho de peso e fazer exercícios físicos
regularmente.
AMORTECIMENTO
PREJUDICADO
Saiba como surge a hérnia de disco.
Com
33 vértebras, a coluna é composta ainda
por discos intervertebrais, nervos, músculos,
medula espinhal e ligamentos.
O
que são os discos?
Estrutura em formato de anel formada por tecidos cartilaginosos
e fibras.
Onde
ficam?
Entre cada uma das vértebras cervicais, torácicas
e lombares
Função!
Evitar o atrito e amortecer o impacto entre as vértebras.
O
que é a Hérnia?
Trata-se do deslocamento do disco. Ele sai de sua posição
e passa a comprimir as terminações nervosas,
causando dor.
Pontos
mais Comuns:
Ela costuma ocorrer nas vértebras mais exigidas
por sobrecarga ou durante os movimentos, as lombares
e cervicais.
Causas!
Há várias. Entre as principais estão
o desgaste natural provocado pelo envelhecimento, posturas
incorretas, obesidade e exercícios inadequados.
Fonte:
Revista Isto É – 04/03/2009 – Greice Rodrigues
TOPO
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Sexta-feira
- 13/03/2009
Osteopatia na cura da dor
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Araçatuba -
Estudos de especialistas em fisioterapia afirmam que
quatro em cada cinco brasileiros têm ou ainda terão
uma dor digna de atenção na coluna ou outras articulações,
problema que já é a principal causa de afastamento
temporário do trabalho no país. As articulações saem
do lugar e se viciam na posição errada, provocando
a dor. É aí que entra a osteopatia, que tem a função
de colocar a estrutura do corpo no lugar, com um trabalho
de re-educação corporal. A osteopatia é uma ciência
médica com conhecimentos profundos em anatomia, fisiologia
e biomecânica. Foi criada pelo médico americano Andrew
Taylor Still, no fim do século 19. Still achava que
o bom equilíbrio das estruturas era crucial para evitar
o aparecimento de disfunções e de doenças, ou seja,
o corpo tem possibilidades de se re-equilibrar, de
se autocurar.
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A
fisioterapeuta Ana Maura Prado, de Araçatuba, especialista
em osteopatia, afirma que a técnica melhora muito
a qualidade de vida da pessoa, além de dar ânimo,
disposição e bom humor. "O paciente que procura o
osteopata já recorreu a muitos tratamentos, muitas
vezes medicamentosos, e não obteve melhora nos sintomas",
explica. Na entrevista abaixo, Ana Maura fala da
técnica, dos objetivos e resultados da osteopatia.
O que é osteopatia?
É um método de diagnóstico e tratamento manual e natural,
realizado por meio de manipulações articulares e de técnicas
específicas para tecidos moles.
Qual
o objetivo da técnica?
Cabe ao osteopata a tarefa de normalizar as estruturas
do corpo, ou seja, devolver sua função
e corrigir outras que estejam lesionadas com comprometimento
biomecânico. O osteopata busca essa causa e a trata,
utilizando as mãos como instrumento de análise
e de tratamento, por meio de seus conhecimentos profundos
em anatomia e fisiologia. Sempre respeitando o princípio
da unidade e da globalidade do ser, a relação
mútua entre a estrutura e a função
e a capacidade de autocura do corpo humano.
Quais
as doenças ou males tratados com a osteopatia?
O osteopata utiliza uma técnica específica
para cada tecido (osso, ligamento, músculo ou
víscera) a partir das constatações
feitas no exame preliminar. As algias (dores) vertebrais
são o motivo mais frequente de consulta, tais
como torcicolos, cervicalgias, dorsalgias, molbalgias
agudas e crônicas, desequilíbrio da pelve,
síndrome do piriforme (falsa ciática),
hérnias discais. Também é indicada
nas dores dos membros superiores: nevralgias, cervicobraquiais,
periartrites escapuloumerais, parestesias, cotovelo de
tenista, lesões por esforços repetitivos,
síndrome de compressão do desfiladeiro
escapulotorácico, e em algumas dores do membro
inferior, como ciáticas, tendinites, entorses,
lesões de joelhos, tornozelos e pé.
Quem
pode se submeter a sessões de osteopatia?
Qualquer pessoa que apresente dores agudas ou crônicas.
Podemos tratar desde um bebê com refluxo esofágico,
por exemplo, até um paciente mais idoso, que apresente
qualquer tipo de dor ou disfunção. O tratamento é realizado
em uma mesa especial, de Drop, ou seja, uma mesa que
facilita as manobras e impede que a força aplicada
pelo terapeuta não retorne sobre o corpo do paciente
com a mesma intensidade. A mesa é ajustada de
acordo com a região a ser tratada.
Quantas
sessões são necessárias para
a eliminação da dor?
No atendimento é realizada uma avaliação
minuciosa do paciente, como entrevista, exame físico,
testes osteopáticos e só depois é traçada
uma conduta de tratamento. Cada sessão dura em
torno de 40 minutos. O tempo de tratamento depende da
doença em questão, mas, normalmente é muito
rápido.
Que
profissionais podem aplicar a técnica?
No Brasil, a osteopatia é reconhecida como especialidade
do fisioterapeuta, por uma resolução do
Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional),
publicada em 2001.
A
pessoa muda depois de ser inserida no tratamento
da osteopatia?
Muda para melhor, bem melhor. Muitas pessoas que têm
dor tomam anti-inflamatórios a vida inteira, sem
saber os riscos para a saúde. Talvez essas mesmas
pessoas poderiam se beneficiar somente com as manobras
manuais e pela reabilitação física.
No Brasil, pela falta de informações sobre
saúde, a população acaba sendo refém
das consequências do uso excessivo de medicamentos.
Fonte:
Folha Região On line - Monique Bueno
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Demorei
para conhecer essa maravilha, ingressei na universidade
sem saber ao certo por que eu estava lá e qual
especialização eu deveria escolher. Ficou claro
para mim, desde o começo que esta escolha não seria
nada fácil, eu sempre quis ajudar as pessoas, fazer
algo que realmente modificasse para melhor a vida
das pessoas. Não é incomum ouvirmos pessoas criticarem
a fisioterapia, infelizmente a fisioterapia que
conheciamos e que tem efeitos mínimos para melhorar
um paciente é a fisioterapia convencional mas,
a fisioterapia tem inúmeras aplicações, tais como:
Ortopédica, pneumológica, cardiológica, obstétrica,
desportiva, oncológica, uroginecológica, dermato-funcional,
geriátrica, pediátrica, neurológica, neuropedriátrica,
reumatológica, fisioterapia em UTI, fisioterapia
em queimados. Demorei e me frustrei porque em nenhuma área
de especialização eu via aquilo que eu sempre sonhei
em realizar, pensei em desistir.

No
segundo ano (terceiro semestre) tive o imenso prazer
de conhecer um grande professor que me mostrou
uma "luz no fim do túnel", desde as primeiras aulas
eu fiquei muito impressionada com a sua forma de
conduzir um tratamento, seus conhecimentos pareciam
ser maiores e melhores do que a dos outros professores,
a sua dedicação ao tratar dos seus pacientes e
aquele "brilho nos olhos" ao realizar os tratamentos...
depois de um tempo eu descobri: ele é um osteopata!
Surgiu uma grande curiosidade sobre essa "nova área" da
fisioterapia, ele sentou comigo e me explicou,
sempre dedicado, atencioso e incansável, sobre
o que é a osteopatia e quais são as suas filosofias...
incrível!!! Com a fisioterapia convencional os
pacientes faziam, dependendo do distúrbio, de 20
sessões até 100 sessões, sem ter grandes progressos.
Com a osteopatia os pacientes eram curados nas
primeiras sessões, é claro que depende da gravidade
do problema e da qualidade do profissional, mas
tudo acontece muito rápido e muito eficiente.

Observei
durante um ano esse meu professor, ele tratou,
ensinou, curou, descreveu o que estava ocorrendo,
fazia um brilhante raciocínio (osteopático) sobre
os distúrbios no corpo dos pacientes e suas correlações
e/ou irradiações para outras regiões do corpo.
Sua abordagem com os pacientes era muito diferente
de tudo o que eu já havia visto. Não demorou nada
para que eu quisesse me espelhar neste grande profissional
Não tem como não amar a osteopatia!!! Se você for
um bom aluno, dedicado aos estudos você pode ser
um osteopata, precisamos apenas aprender a raciocinar,
querer ajudar as pessoas e ser um bom profissional
para que tudo dê certo. Osteopatia é um método
avaliativo, é um método diagnóstico que visa avaliar
o paciente como um todo. Foca nos distúrbios corporais
que conduziram o paciente a uma determinada doença.
Visa interromper o ciclo da doença sem contudo
tratar dos sintomas e da doença, tratamos os distúrbios
para que o organismo se auto regule e se auto cure.
Existe muito preconceito de outros profissionais
em relação a osteopatia porque estes não entendem
e não querem se esforçar para dar o melhor aos
seus pacientes. Venha você também conhecer a osteopatia,
experimente uma vida plena, seja atendido por verdadeiros
profissionais dedicados a te devolver a saúde integralmente.
Fonte:
Rhema – Palavra Viva -14/05/09- Colunista - Vanessa
Weenny Alves
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Quarta-feira,
22 de julho de 2009
REDE
PÚBLICA
Espera
por consulta
com ortopedista
pode
levar até 4 meses
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DESEPERO -
Renata Domingos Ramos mostra as guias de atendimento
no Pronto-Socrro *Janjão*: com dor na coluna
há uma semana, conseguirá consulta
com ortopedista apenas para setembro.
Nelise
Luques
da Redação
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Hoje
completa uma semana que a auxiliar de pesponto Renata
Domingos da Silva Ramos, 42, está sofrendo
com dores na coluna. O problema é tão
sério que Renata não consegue sequer
andar sozinha ou se virar na cama. Também
precisa da ajuda do marido ou da filha para sentar
e levantar. O martírio vivido por ela não
tem data para terminar. As consultas com ortopedistas
na rede pública demoram até quatro
meses para serem realizadas. Segundo o secretário
municipal de Saúde, Alexandre Ferreira, apenas
seis especialistas são responsáveis
por fazer de 150 a 180 consultas por dia.
Na
segunda-feira, Renata foi consultada pelo clínico
geral na UBS da Vila São Sebastião
e acabou encaminhada para o ortopedista. A surpresa
foi quando descobriu na recepção da
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unidade
que os agendamentos com o especialista estão
suspensos até dia 10 de agosto. Renata disse
que não aguentará esperar tanto tempo. “Vou
ter de esperar até lá e depois mais
um mês, até setembro, para ser atendida.
Não vou suportar porque a dor é muito
forte, dá muita pontada”, disse, chorando.
O
Comércio ligou em oito das 14 UBSs da cidade
e em seis delas há vagas na área
de ortopedia somente a partir de setembro. Em algumas,
as marcações chegam a ser feitas
só para novembro. Se for considerado caso
urgente, o atendimento demora no mínimo
uma semana, segundo as recepcionistas. Em duas
das UBSs consultadas - Vila São Sebastião
e Estação - a cota de consultas com
ortopedistas foi atingida e os agendamentos estão
suspensos. Na primeira, a remarcação
voltará só daqui 20 dias. Na outra,
não há nem previsão.
Enquanto
não consegue uma vaga, Renata tem passado
os dias a base de medicamentos para aliviar as
dores. Desde sábado, esteve cinco vezes
no Pronto-Socorro “Doutor Janjão”.
Ontem tentou internação na Santa
Casa, mas não havia vaga. “Hoje (ontem)
tomei soro e agora vou tomar um remédio
para dor e voltar para casa. Não sei o que
vai acontecer comigo. Antes eu tinha plano de saúde
particular, mas agora não tenho mais como
pagar. Me dá desespero depender dessa situação”.
O problema dela foi diagnosticado há dois
anos. “Tenho bico de papagaio, artrite e
lombalgia crônica. Tem dias que eu grito
de dor. Já faltei vários dias do
trabalho”.
A
pespontadeira Angélica Regatieri, 33, vive
drama parecido com o de Renata. No dia 8 de maio
ela agendou a consulta com ortopedista na UBS da
Vila São Sebastião para o dia 17
de setembro. Ela já aguardou dois meses
e terá de esperar mais tempo. “Ainda
faltam dois meses para eu ser atendida. Já liguei
na Secretaria de Saúde, mas me falaram que
faltam médicos e não tem como antecipar
a consulta. Até lá vou continuar
com dores. Meu ombro está para um lado e
a cintura para o outro”.
TOPO
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Viva
bem com a coluna que você tem!
Segundo
a Organização Mundial de Saúde – OMS,
mais de 80% da população mundial irá sofrer
de algum episódio de dor na coluna vertebral ao
longo da vida. Considerada um dos males do século,
as afecções da coluna vertebral são
ainda mais agravadas pela vida agitada e estressada que
levamos hoje.
Para termos uma coluna saudável, prevenir suas moléstias
através de uma atividade física regular e bem orientada,
ter uma alimentação saudável, boas horas
de sono, manter uma postura adequada e lidar melhor com o estresse
do dia-a-dia, é sem dúvida muito importante.
Mas como bons brasileiros, preferimos remediar. E por falar em
remediar, abusamos na quantidade de analgésicos e antinflamátorios,
que aliviam as dores e combatem a inflamação. Mas
dor e inflamação são conseqüências
de uma causa mais importante. E o que fazer para diagnosticar
e tratar a origem dos problemas da coluna?
Pois bem, apresento-lhes a Osteopatia. Método muito eficaz
no diagnóstico e tratamento das algias da coluna vertebral,
justamente por tratar a causa e não as conseqüências
das afecções vertebrais.
Aliviamos os pinçamentos e as compressões, ajustamos
e corrigimos a fisiologia articular normal em cada segmento da
coluna vertebral, restauramos a mobilidade articular, aliviamos
as tensões musculares e devolvemos ao organismo sua homeostasia,
sua capacidade de equilíbrio e cura. E isso, o remédio
não faz! Por ser um método natural, todas as técnicas
são utilizadas através de uma intervenção
manual denominadas por manipulações osteopáticas.
As manipulações são precisas e realizadas
após uma rigorosa avaliação. A eficácia
do método pode ser comprovada logo após o primeiro
atendimento, haja visto que a maioria dos pacientes tratados
com Osteopatia melhoram seus sintomas com apenas uma sessão.
Quer uma dica?
Consulte um Osteopata. Sem dúvida será uma boa
escolha para que você leitor possa viver bem com a coluna
que você tem!
Dr.
Eduardo Miranda
Fisioterapeuta – Osteopata
TOPO
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Método
fisioterapêutico inédito em Franca
visa restaurar e equilibrar o funcionamento do
organismo.
Desenvolvido
e criado pelo médico americano Andrew Still,
no período do século XIX, a Osteopatia é um
sistema holístico de diagnóstico
e tratamento que visa suprir as disfunções
do organismo através de manobras manuais
denominadas por manipulações osteopáticas.
Em Franca já é possível usar deste
tratamento. Pelas mãos do fisioterapeuta Dr.
Eduardo Miranda, com currículo de nível
internacional em Terapia Manual, formado em Osteopatia
pela Escuela de Osteopatia de Madrid, professor de pós-graduação
da Unifran, no curso de Fisioterapia em Ortopedia e Postura
e pioneiro no método, revela que os resultados
são tão eficazes que vários pacientes
apresentam melhora
com apenas um atendimento.
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As
principais indicações do tratamento são
para problemas relacionados com a coluna vertebral
e quadril, associados a disfunções no
sistema gastrointestinal e/ou uroginecológico.
A Osteopatia trata patologias como dores no pescoço,
lombalgia, dores de cabeça, hérnia de
disco, dor ciática, dores pélvicas, assim
como alterações estomacais, intestinais
e ginecológicas.
No consultório do Dr. Eduardo, grande parte dos
pacientes que procuram atendimento osteopático descobre
que suas dores e problemas na coluna estão relacionados
a outros sintomas. A gastrite é um exemplo, que
além de causar desconforto estomacal projeta dor
no meio das costas e na região de ombro esquerdo.
Muitos acham que são problemas distintos, mas
na verdade devem ser tratados simultaneamente.
O objetivo da Osteopatia é restabelecer a função
das estruturas e sistemas corporais e consequentemente
diminuir as dores, desconfortos e moléstias do organismo.
O Dr. Eduardo Miranda explica que o segredo está em
encontrar a causa do problema e supri-la, fazendo com que
as conseqüências, como dor, irritação,
queimação e inflamação, desapareçam.
Os pacientes usam uma expressão ao final da sessão
de manipulações osteopáticas que ilustra
a real sensação e característica proposta
pela técnica: “É como se a dor fosse
retirada com as mãos”, revelam as pessoas
que se submetem à técnica, evidenciando a
eficiência do tratamento.
Portanto, a Osteopatia é praticada como um sistema
holístico de diagnóstico e tratamento. Resulta
curando as doenças do corpo e pode ser aplicada
desde o recém-nascido até a terceira idade,
respeitando as contra-indicações de cada
caso, se houver.
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Métodos
que usam as mãos para tratar as disfunções
do organismo, desde fortes dores de cabeça
até sérios problemas na coluna vertebral.
Na
sala de consulta nada mais que uma maca e um especialista
cujo único instrumento de trabalho são
as mãos. O material completo para uma sessão
de osteopatia / quiropraxia não passa disso,
mas basta para aliviar terríveis dores na
coluna vertebral.
Inúmeros pacientes que já tiveram a oportunidade
de passar pelas mãos do Dr. Eduardo Miranda sabem
o quanto o método é valioso.
Segundo o Dr. Eduardo, depois de tomar inutilmente relaxantes
musculares e antiinflamatórios, muitas das vezes
sem receita médica, os pacientes procuram pelo seu
atendimento.
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O
que para muitos céticos, que acreditam apenas
na medicina tradicional, ou que acha que a Osteopatia
e a Quiropraxia são mitos ou qualquer coisa assim,
para o Dr. Eduardo é pura ciência, das mais
avançadas, aplicadas mundialmente e com resultados
magníficos.
As técnicas têm como princípio realinhar
a coluna vertebral, tirar a compressão dos nervos
e principalmente aliviar as dores, já que as manipulações
articulares têm efeito analgésico, relaxante
muscular e antiinflamatório.
“ Quando as vértebras não estão alinhadas, todo o
sistema nervoso que passa pela medula pode ser danificado”, explica o
Dr. Eduardo.
Além disso, da medula passam nervos que se comunicam
com praticamente todos os órgãos do corpo.
Se um deles estiver pressionado pela vértebra, o
fluxo normal de impulsos nervosos se quebra e interfere
no funcionamento
do organismo.
Por isso, é extremamente comum encontrarmos na avaliação
de nossos pacientes a correlação dor na coluna
vertebral e disfunção visceral. O estômago,
por exemplo, além de produzir sintomas como azia,
má digestão, queimação, também
pode projetar dor na coluna entre as escápulas e na
região do músculo trapézio (próximo
a coluna cervical) e até mesmo dores de cabeça.
O paciente acha que os sintomas são devidos a problemas
distintos, mas na verdade tem apenas uma causa.
E é isso que a Osteopatia e a Quiropraxia se preocupa.
Tratamos a causa dos problemas e não os “mascaramos” com
medicação analgésica, por exemplo.
Tratar-se com Osteopatia e Quiropraxia sem dúvida é uma
das melhores escolhas pra quem quer ter qualidade de vida
e viver bem longe das dores.
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OSTEOPATIA
E QUIROPRAXIA, SURPREENDA-SE!
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Métodos
Fisioterapêuticos que visam restaurar
o alinhamento corporal, reequilibrar
o funcionamento do organismo e suprir as dores.

A
Osteopatia e a Quiropraxia são métodos
destinados ao tratamento das dores do corpo, sejam
elas agudas ou crônicas. Os métodos
visam suprir as disfunções do organismo
através da utilização de várias
técnicas de manipulações articulares,
musculares e vicerais, causando um reequilíbrio
corporal.
As manipulações têm efeito analgésico
no segmento manipulado e além de reduzirem a dor
quase que imediatamente após sua aplicação,
melhoram a circulação local e favorecem o
combate ao processo inflamatório.
P elas mãos do Dr. Eduardo Miranda, pioneiro no
método aqui em Franca e com curriculum de nível
internacional, a Osteopatia e a Quiropraxia vem se tornando
referência nos tratamentos alternativos para a dor.
O Dr. Eduardo explica que o sucesso do método é devido
aos resultados conquistados nos tratamentos, que geralmente
são rápidos e duradouros devido a sua grande
eficácia.
As principais indicações do tratamento são
para os problemas relacionados com a coluna vertebral e
quadril, associados a disfunções no sistema
gatrointestinal e/ou uroginecológico. A Osteopatia
e a Quiropraxia traa patologias como as dores lombares,
dores no pescoço e torcicolos, hérnia de
disco, dores ciáticas, fibromialgia, síndromes
do túnel do carpo, dores pélvicas, dores
de cabeça e enxaquecas, assim como alterações
intestinais, estomacais e ginecológicas.

No
consultório do Dr. Eduardo Miranda, grande
parte dos pacientes que procuram pelo seu atendimento
descobrem que suas dores e problemas na coluna vertebral
estão associados a várias outras disfunções.
As dores lombares são um exemplo, pois podem
ser originadas de outros locais, como dos intestinos,
dos rins, do aparelho uroginecológico e até mesmo
por alterações emocionais como a depressão.
Por isso um bom diagnóstico é fundamental,
pois o segredo é encontrar a causa dos problemas
e supri-las, fazendo com que as conseqüências
como a dor, irritação, queimação
e inflamação desapareçam. Uma
vez encontrada a causa da afecção o
tratamento torna-se muito mais eficaz.
Os pacientes usam uma expressão ao final das sessões
de osteopatia/quiropraxia que ilustra a real sensação
e característica proposta pelos métodos: “É como
se a dor fosse retirada com as mãos”, revelam
as pessoas que se submetem às técnicas, evidenciando
a eficiência do tratamento.
Portanto, tanto a Osteopatia quanto a Quiropraxia são
praticadas como um sistema holístico de diagnóstico
e tratamento. Resulta melhorando as doenças do corpo
e pode ser aplicada desde o recém-nascido até a
terceira idade, respeitando as contra-indicações
de cada caso, se houver.
Revista
Qualitá - pag. 27 – Ano 04. Nº 015.
Julho/Agosto 2009.
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OSTEOPATIA
CRANIANA TRATA ENXAQUECA
COM DESLIZAMENTOS DOS OSSOS!
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Por
trás de uma simples dor de cabeça pode estar uma lesão
ou desajuste nas articulações do crânio. Por isso,
a osteopatia craniana atua nos ossos da cabeça da mesma
forma que nas demais articulações do corpo: manipulação
e deslocamento. - Pode parecer espantoso, mas os ossos
da nossa cabeça se movem. Durante a manipulação, os
ossos deslizam uns sobre os outros. Claro que o movimento é muito
sutil e deve seguir sua morfologia. Muitas vezes, o
deslocamento não é percebido pelo paciente - conta
a osteopata Yunã Magalhães. A especialista explica
que os ossos se movem por causa do ligamento em bisel
(por suturas escamosas). Os ossos do crânio são encaixados
e sobrepostos. - Entre um osso e outro passa uma artéria
e só há musculatura no osso temporal, o que fica na
região lateral da cabeça, que circunda a orelha. A
médica anestesista Ana Paula Hipólito, de 40 anos,
conta que procurou pela osteopatia para tratar uma
dor na região lombar quando descobriu que também poderia
tratar a enxaqueca. - Quando a Yunã mexeu na minha
cabeça para relaxar ela perguntou se eu sofria de enxaqueca.
Cheguei a vir à clínica duas vezes na semana. Eu disse
que tinha crises - contou a médica, que já teve alta
pela dor nas costas e agora se trata a cada 15 dias.
Mariane
Thamsten - O Globo Online
Publicada em 30/04/2007
TOPO |
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A
Arte de não adoecer – Dr. Dráuzio Varella!
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Se
não quiser adoecer - "Fale de seus
sentimentos".
Emoções e sentimentos que são escondidos,
reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera,
dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão
dos sentimentos degenera até em câncer.
Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar
nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O
diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso
remédio e excelente terapia.
Se
não quiser adoecer - "Tome decisão".
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade,
na angústia. A indecisão acumula problemas,
preocupações, agressões. A história
humana é feita de decisões. Para decidir é preciso
saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar
outros. As pessoas indecisas são vítimas
de doenças nervosas, gástricas e problemas
de pele.
Se
não quiser adoecer - "Busque soluções".
Pessoas negativas não enxergam soluções
e aumentam os problemas. Preferem a lamentação,
a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender
o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a
abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o
que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa
que
se transforma em doença.
Se
não quiser adoecer
- "Não viva de aparências".
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre
dar a impressão que está bem, quer mostrar-se
perfeito, bonzinho,prestativo,etc., está acumulando
toneladas de peso...uma estátua de bronze, mas
com pés
de barro. Nada pior para a saúde que viver de
aparências
e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca
raiz.
Seu destino é a farmácia, o hospital, a
dor.
Se
não quiser adoecer - "Aceite-se".
A rejeição
de si próprio, a ausência de auto-estima,
faz com que sejamos algozes de nós mesmos.
Ser eu mesmo é o
núcleo de uma vida saudável. Os que
não
se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores,
competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser
aceito, aceitar as
críticas, é sabedoria, bom senso e
terapia.
Se
não quiser adoecer - "Confie".
Quem não
confia, não se comunica, não se abre,
não
se relaciona, não cria liames profundos,
não
sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança,
não
há relacionamento. A desconfiança é falta
de fé em si, nos outros e em Deus.
Se
não
quiser adoecer - "Não viva sempre
triste". O bom humor, a risada, o lazer, a
alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente
em que vive."O bom humor
nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde
e terapia.
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