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Coluna Boa, Sem Cirurgia
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Osteopatia na cura da dor - Araçatuba - Estudos de...
Osteopatia - Demorei para conhecer essa...
Espera por consulta com... -
Hoje completa uma...
Artigo Viver Bem
- Viva bem com a coluna...
A Cura Através Das Mãos
- Método fisioterapêutico inédito em...
OSTEOPATIA E QUIROPRAXIA
- Métodos que usam as...
OSTEOPATIA E QUIROPRAXIA, SURPREENDA-SE! - Métodos Fisioterapêuticos que...
OSTEOPATIA CRANIANA TRATA... - Por trás de uma simples...

SUGESTÕES DE VÍDEOS
Osteopatia na EPTV
Osteopatia é tema do quadro VIDA SIMPLES, do telejornal, TVB Notícias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quarta-feira - 04/03/2009
COLUNA BOA, SEM CIRURGIA

Matéria da Revista IstoÉ – de 04/03/2009 - sobre o problema da hérnia de disco, tratamentos não agressivos e como surge esse problema que aflige milhares de pessoas.
Pesquisa revela que somente 10% dos casos de hérnia de disco precisam de operação. A grande maioria é curada com terapias não agressivas.
Os números dão o tamanho do sofrimento: cerca de 5,4 milhões de brasileiros sofrem de hérnia de disco, um problema caracterizado pelo deslocamento da estrutura que existe entre as vértebras da coluna. É responsável por grande dor e, em vários casos, exige o afastamento dos pacientes das atividades diárias. Em geral, é muito comum que eles sejam logo encaminhados para uma cirurgia corretiva, o que implica riscos inerentes a qualquer operação, como o de sofrer reações à anestesia ou ser vítima de infecções.
Um estudo divulgado na semana passada mostrou que esta deveria ser a última estratégia a ser pensada. Publicado na Revista da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos, o trabalho afirma que cerca de 90% dos indivíduos portadores de hérnia de disco podem se recuperar se fizerem uso das técnicas como fisioterapia, acupuntura, reeducação postural global (RPG) e analgésicos durante três meses. Ou seja, apenas 10% têm verdadeiramente indicação para cirurgia. A conclusão foi baseada em uma ampla revisão de diversas pesquisas que haviam sido realizadas sobre o tema.
O resultado vem ao encontro do que têm defendido médicos mais especializados no assunto, como o reumatologista José Goldenberg, de São Paulo. “A cirurgia só deve ser um opção quando não há resposta terapêutica a um tratamento de no mínimo oito semanas envolvendo fisioterapia, outras técnicas e medicamentos”, defende. Goldenberg já se acostumou a receber em seu consultório pacientes em busca de uma segunda opinião, após ouvirem de seus médicos que precisavam submeter-se a uma operação. “Posso dizer com certeza que pelo menos 70% dos doentes que me procuram com hérnia dizem ter tido indicação cirúrgica”, afirma.
A publicitária Suely Souza Nascimento foi uma delas. “A idéia de ficar imobilizada na cama depois da cirurgia me assustava”, conta. “Além disso, não havia certeza de que seria curada”. Após sessões de RPG, acupuntura e fisioterapia, feitas sob a orientação de Patrícia de Almeida, ela voltou a realizar atividades que não conseguia mais fazer, como dirigir. E esqueceu a cirurgia.
Suely tocou em um ponto importante. Além de todo o desgaste que causa ao paciente do ponto de vista físico e emocional, a operação nem sempre é sinônimo de recuperação total. Segundo o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral, pelo menos 50% dos pacientes que passam por uma cirurgia voltam a ter dor após dois anos do procedimento..
O fisioterapeuta é o criador de uma técnica que une os movimentos manuais da fisioterapia com o uso de aparelhos que estimulam o fortalecimento muscular do abdome e das costas. “Essa associação reduz a dor e melhora a postura, contribuindo para resolver o problema”, garante Montenegro. Foi a esse recurso que recorreu a jogadora de vôlei de praia Larissa França, tricampeã mundial.
Em 2002, uma crise a deixou longe das quadras e sem andar por 22 dias. Provocado por excesso de esforço físico repetitivo, seu caso teve uma primeira indicação para cirurgia. “Meu médico me disse que mesmo fazendo a intervenção não poderia voltar a jogar”, conta. A atleta não fez a operação e passou quatro meses submetendo-se ao método desenvolvido pelo fisioterapeuta. “Voltei a competir e, desde então, vivo em paz com minha coluna”.
Há algumas atitudes que podem prevenir o surgimento da hérnia. Entre elas, manter uma postura correta, evitar ganho de peso e fazer exercícios físicos regularmente.

AMORTECIMENTO PREJUDICADO
Saiba como surge a hérnia de disco.

Com 33 vértebras, a coluna é composta ainda por discos intervertebrais, nervos, músculos, medula espinhal e ligamentos.

O que são os discos?
Estrutura em formato de anel formada por tecidos cartilaginosos e fibras.

Onde ficam?
Entre cada uma das vértebras cervicais, torácicas e lombares

Função!
Evitar o atrito e amortecer o impacto entre as vértebras.

O que é a Hérnia?
Trata-se do deslocamento do disco. Ele sai de sua posição e passa a comprimir as terminações nervosas, causando dor.

Pontos mais Comuns:
Ela costuma ocorrer nas vértebras mais exigidas por sobrecarga ou durante os movimentos, as lombares e cervicais.

Causas!
Há várias. Entre as principais estão o desgaste natural provocado pelo envelhecimento, posturas incorretas, obesidade e exercícios inadequados
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Fonte: Revista Isto É – 04/03/2009 – Greice Rodrigues

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Sexta-feira - 13/03/2009
Osteopatia na cura da dor

Araçatuba - Estudos de especialistas em fisioterapia afirmam que quatro em cada cinco brasileiros têm ou ainda terão uma dor digna de atenção na coluna ou outras articulações, problema que já é a principal causa de afastamento temporário do trabalho no país. As articulações saem do lugar e se viciam na posição errada, provocando a dor. É aí que entra a osteopatia, que tem a função de colocar a estrutura do corpo no lugar, com um trabalho de re-educação corporal. A osteopatia é uma ciência médica com conhecimentos profundos em anatomia, fisiologia e biomecânica. Foi criada pelo médico americano Andrew Taylor Still, no fim do século 19. Still achava que o bom equilíbrio das estruturas era crucial para evitar o aparecimento de disfunções e de doenças, ou seja, o corpo tem possibilidades de se re-equilibrar, de se autocurar.

A fisioterapeuta Ana Maura Prado, de Araçatuba, especialista em osteopatia, afirma que a técnica melhora muito a qualidade de vida da pessoa, além de dar ânimo, disposição e bom humor. "O paciente que procura o osteopata já recorreu a muitos tratamentos, muitas vezes medicamentosos, e não obteve melhora nos sintomas", explica. Na entrevista abaixo, Ana Maura fala da técnica, dos objetivos e resultados da osteopatia. O que é osteopatia?
É um método de diagnóstico e tratamento manual e natural, realizado por meio de manipulações articulares e de técnicas específicas para tecidos moles.

Qual o objetivo da técnica?
Cabe ao osteopata a tarefa de normalizar as estruturas do corpo, ou seja, devolver sua função e corrigir outras que estejam lesionadas com comprometimento biomecânico. O osteopata busca essa causa e a trata, utilizando as mãos como instrumento de análise e de tratamento, por meio de seus conhecimentos profundos em anatomia e fisiologia. Sempre respeitando o princípio da unidade e da globalidade do ser, a relação mútua entre a estrutura e a função e a capacidade de autocura do corpo humano.

Quais as doenças ou males tratados com a osteopatia?
O osteopata utiliza uma técnica específica para cada tecido (osso, ligamento, músculo ou víscera) a partir das constatações feitas no exame preliminar. As algias (dores) vertebrais são o motivo mais frequente de consulta, tais como torcicolos, cervicalgias, dorsalgias, molbalgias agudas e crônicas, desequilíbrio da pelve, síndrome do piriforme (falsa ciática), hérnias discais. Também é indicada nas dores dos membros superiores: nevralgias, cervicobraquiais, periartrites escapuloumerais, parestesias, cotovelo de tenista, lesões por esforços repetitivos, síndrome de compressão do desfiladeiro escapulotorácico, e em algumas dores do membro inferior, como ciáticas, tendinites, entorses, lesões de joelhos, tornozelos e pé.

Quem pode se submeter a sessões de osteopatia?
Qualquer pessoa que apresente dores agudas ou crônicas. Podemos tratar desde um bebê com refluxo esofágico, por exemplo, até um paciente mais idoso, que apresente qualquer tipo de dor ou disfunção. O tratamento é realizado em uma mesa especial, de Drop, ou seja, uma mesa que facilita as manobras e impede que a força aplicada pelo terapeuta não retorne sobre o corpo do paciente com a mesma intensidade. A mesa é ajustada de acordo com a região a ser tratada.

Quantas sessões são necessárias para a eliminação da dor?
No atendimento é realizada uma avaliação minuciosa do paciente, como entrevista, exame físico, testes osteopáticos e só depois é traçada uma conduta de tratamento. Cada sessão dura em torno de 40 minutos. O tempo de tratamento depende da doença em questão, mas, normalmente é muito rápido.

Que profissionais podem aplicar a técnica?
No Brasil, a osteopatia é reconhecida como especialidade do fisioterapeuta, por uma resolução do Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), publicada em 2001.

A pessoa muda depois de ser inserida no tratamento da osteopatia?
Muda para melhor, bem melhor. Muitas pessoas que têm dor tomam anti-inflamatórios a vida inteira, sem saber os riscos para a saúde. Talvez essas mesmas pessoas poderiam se beneficiar somente com as manobras manuais e pela reabilitação física.
No Brasil, pela falta de informações sobre saúde, a população acaba sendo refém das consequências do uso excessivo de medicamentos.

Fonte: Folha Região On line - Monique Bueno

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REDE PÚBLICA
Osteopatia

Demorei para conhecer essa maravilha, ingressei na universidade sem saber ao certo por que eu estava lá e qual especialização eu deveria escolher. Ficou claro para mim, desde o começo que esta escolha não seria nada fácil, eu sempre quis ajudar as pessoas, fazer algo que realmente modificasse para melhor a vida das pessoas. Não é incomum ouvirmos pessoas criticarem a fisioterapia, infelizmente a fisioterapia que conheciamos e que tem efeitos mínimos para melhorar um paciente é a fisioterapia convencional mas, a fisioterapia tem inúmeras aplicações, tais como: Ortopédica, pneumológica, cardiológica, obstétrica, desportiva, oncológica, uroginecológica, dermato-funcional, geriátrica, pediátrica, neurológica, neuropedriátrica, reumatológica, fisioterapia em UTI, fisioterapia em queimados. Demorei e me frustrei porque em nenhuma área de especialização eu via aquilo que eu sempre sonhei em realizar, pensei em desistir.

No segundo ano (terceiro semestre) tive o imenso prazer de conhecer um grande professor que me mostrou uma "luz no fim do túnel", desde as primeiras aulas eu fiquei muito impressionada com a sua forma de conduzir um tratamento, seus conhecimentos pareciam ser maiores e melhores do que a dos outros professores, a sua dedicação ao tratar dos seus pacientes e aquele "brilho nos olhos" ao realizar os tratamentos... depois de um tempo eu descobri: ele é um osteopata! Surgiu uma grande curiosidade sobre essa "nova área" da fisioterapia, ele sentou comigo e me explicou, sempre dedicado, atencioso e incansável, sobre o que é a osteopatia e quais são as suas filosofias... incrível!!! Com a fisioterapia convencional os pacientes faziam, dependendo do distúrbio, de 20 sessões até 100 sessões, sem ter grandes progressos. Com a osteopatia os pacientes eram curados nas primeiras sessões, é claro que depende da gravidade do problema e da qualidade do profissional, mas tudo acontece muito rápido e muito eficiente.

Observei durante um ano esse meu professor, ele tratou, ensinou, curou, descreveu o que estava ocorrendo, fazia um brilhante raciocínio (osteopático) sobre os distúrbios no corpo dos pacientes e suas correlações e/ou irradiações para outras regiões do corpo. Sua abordagem com os pacientes era muito diferente de tudo o que eu já havia visto. Não demorou nada para que eu quisesse me espelhar neste grande profissional Não tem como não amar a osteopatia!!! Se você for um bom aluno, dedicado aos estudos você pode ser um osteopata, precisamos apenas aprender a raciocinar, querer ajudar as pessoas e ser um bom profissional para que tudo dê certo. Osteopatia é um método avaliativo, é um método diagnóstico que visa avaliar o paciente como um todo. Foca nos distúrbios corporais que conduziram o paciente a uma determinada doença. Visa interromper o ciclo da doença sem contudo tratar dos sintomas e da doença, tratamos os distúrbios para que o organismo se auto regule e se auto cure. Existe muito preconceito de outros profissionais em relação a osteopatia porque estes não entendem e não querem se esforçar para dar o melhor aos seus pacientes. Venha você também conhecer a osteopatia, experimente uma vida plena, seja atendido por verdadeiros profissionais dedicados a te devolver a saúde integralmente.

Fonte: Rhema – Palavra Viva -14/05/09- Colunista - Vanessa Weenny Alves

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Quarta-feira, 22 de julho de 2009

REDE PÚBLICA
Espera por consulta com ortopedista pode
levar até 4 meses


DESEPERO - Renata Domingos Ramos mostra as guias de atendimento no Pronto-Socrro *Janjão*: com dor na coluna há uma semana, conseguirá consulta com ortopedista apenas para setembro.

Nelise Luques
da Redação

Hoje completa uma semana que a auxiliar de pesponto Renata Domingos da Silva Ramos, 42, está sofrendo com dores na coluna. O problema é tão sério que Renata não consegue sequer andar sozinha ou se virar na cama. Também precisa da ajuda do marido ou da filha para sentar e levantar. O martírio vivido por ela não tem data para terminar. As consultas com ortopedistas na rede pública demoram até quatro meses para serem realizadas. Segundo o secretário municipal de Saúde, Alexandre Ferreira, apenas seis especialistas são responsáveis por fazer de 150 a 180 consultas por dia.

Na segunda-feira, Renata foi consultada pelo clínico geral na UBS da Vila São Sebastião e acabou encaminhada para o ortopedista. A surpresa foi quando descobriu na recepção da

unidade que os agendamentos com o especialista estão suspensos até dia 10 de agosto. Renata disse que não aguentará esperar tanto tempo. “Vou ter de esperar até lá e depois mais um mês, até setembro, para ser atendida. Não vou suportar porque a dor é muito forte, dá muita pontada”, disse, chorando.

O Comércio ligou em oito das 14 UBSs da cidade e em seis delas há vagas na área de ortopedia somente a partir de setembro. Em algumas, as marcações chegam a ser feitas só para novembro. Se for considerado caso urgente, o atendimento demora no mínimo uma semana, segundo as recepcionistas. Em duas das UBSs consultadas - Vila São Sebastião e Estação - a cota de consultas com ortopedistas foi atingida e os agendamentos estão suspensos. Na primeira, a remarcação voltará só daqui 20 dias. Na outra, não há nem previsão.

Enquanto não consegue uma vaga, Renata tem passado os dias a base de medicamentos para aliviar as dores. Desde sábado, esteve cinco vezes no Pronto-Socorro “Doutor Janjão”. Ontem tentou internação na Santa Casa, mas não havia vaga. “Hoje (ontem) tomei soro e agora vou tomar um remédio para dor e voltar para casa. Não sei o que vai acontecer comigo. Antes eu tinha plano de saúde particular, mas agora não tenho mais como pagar. Me dá desespero depender dessa situação”. O problema dela foi diagnosticado há dois anos. “Tenho bico de papagaio, artrite e lombalgia crônica. Tem dias que eu grito de dor. Já faltei vários dias do trabalho”.

A pespontadeira Angélica Regatieri, 33, vive drama parecido com o de Renata. No dia 8 de maio ela agendou a consulta com ortopedista na UBS da Vila São Sebastião para o dia 17 de setembro. Ela já aguardou dois meses e terá de esperar mais tempo. “Ainda faltam dois meses para eu ser atendida. Já liguei na Secretaria de Saúde, mas me falaram que faltam médicos e não tem como antecipar a consulta. Até lá vou continuar com dores. Meu ombro está para um lado e a cintura para o outro”.

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Artigo Viver Bem

Viva bem com a coluna que você tem!

Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, mais de 80% da população mundial irá sofrer de algum episódio de dor na coluna vertebral ao longo da vida. Considerada um dos males do século, as afecções da coluna vertebral são ainda mais agravadas pela vida agitada e estressada que levamos hoje.
Para termos uma coluna saudável, prevenir suas moléstias através de uma atividade física regular e bem orientada, ter uma alimentação saudável, boas horas de sono, manter uma postura adequada e lidar melhor com o estresse do dia-a-dia, é sem dúvida muito importante.
Mas como bons brasileiros, preferimos remediar. E por falar em remediar, abusamos na quantidade de analgésicos e antinflamátorios, que aliviam as dores e combatem a inflamação. Mas dor e inflamação são conseqüências de uma causa mais importante. E o que fazer para diagnosticar e tratar a origem dos problemas da coluna?
Pois bem, apresento-lhes a Osteopatia. Método muito eficaz no diagnóstico e tratamento das algias da coluna vertebral, justamente por tratar a causa e não as conseqüências das afecções vertebrais.
Aliviamos os pinçamentos e as compressões, ajustamos e corrigimos a fisiologia articular normal em cada segmento da coluna vertebral, restauramos a mobilidade articular, aliviamos as tensões musculares e devolvemos ao organismo sua homeostasia, sua capacidade de equilíbrio e cura. E isso, o remédio não faz! Por ser um método natural, todas as técnicas são utilizadas através de uma intervenção manual denominadas por manipulações osteopáticas. As manipulações são precisas e realizadas após uma rigorosa avaliação. A eficácia do método pode ser comprovada logo após o primeiro atendimento, haja visto que a maioria dos pacientes tratados com Osteopatia melhoram seus sintomas com apenas uma sessão. Quer uma dica?
Consulte um Osteopata. Sem dúvida será uma boa escolha para que você leitor possa viver bem com a coluna que você tem!

Dr. Eduardo Miranda
Fisioterapeuta – Osteopata

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A CURA ATRAVÉS DAS MÃOS

Método fisioterapêutico inédito em Franca visa restaurar e equilibrar o funcionamento do organismo.

Desenvolvido e criado pelo médico americano Andrew Still, no período do século XIX, a Osteopatia é um sistema holístico de diagnóstico e tratamento que visa suprir as disfunções do organismo através de manobras manuais denominadas por manipulações osteopáticas.
Em Franca já é possível usar deste tratamento. Pelas mãos do fisioterapeuta Dr. Eduardo Miranda, com currículo de nível internacional em Terapia Manual, formado em Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid, professor de pós-graduação da Unifran, no curso de Fisioterapia em Ortopedia e Postura e pioneiro no método, revela que os resultados são tão eficazes que vários
pacientes apresentam melhora com apenas um atendimento.

As principais indicações do tratamento são para problemas relacionados com a coluna vertebral e quadril, associados a disfunções no sistema gastrointestinal e/ou uroginecológico. A Osteopatia trata patologias como dores no pescoço, lombalgia, dores de cabeça, hérnia de disco, dor ciática, dores pélvicas, assim como alterações estomacais, intestinais e ginecológicas.
No consultório do Dr. Eduardo, grande parte dos pacientes que procuram atendimento osteopático descobre que suas dores e problemas na coluna estão relacionados a outros sintomas. A gastrite é um exemplo, que além de causar desconforto estomacal projeta dor no meio das costas e na região de ombro esquerdo. Muitos acham que são problemas distintos, mas na verdade devem ser tratados simultaneamente.
O objetivo da Osteopatia é restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais e consequentemente diminuir as dores, desconfortos e moléstias do organismo. O Dr. Eduardo Miranda explica que o segredo está em encontrar a causa do problema e supri-la, fazendo com que as conseqüências, como dor, irritação, queimação e inflamação, desapareçam. Os pacientes usam uma expressão ao final da sessão de manipulações osteopáticas que ilustra a real sensação e característica proposta pela técnica: “É como se a dor fosse retirada com as mãos”, revelam as pessoas que se submetem à técnica, evidenciando a eficiência do tratamento.
Portanto, a Osteopatia é praticada como um sistema holístico de diagnóstico e tratamento. Resulta curando as doenças do corpo e pode ser aplicada desde o recém-nascido até a terceira idade, respeitando as contra-indicações de cada caso, se houver.

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OSTEOPATIA E QUIROPRAXIA

Métodos que usam as mãos para tratar as disfunções do organismo, desde fortes dores de cabeça até sérios problemas na coluna vertebral.

Na sala de consulta nada mais que uma maca e um especialista cujo único instrumento de trabalho são as mãos. O material completo para uma sessão de osteopatia / quiropraxia não passa disso, mas basta para aliviar terríveis dores na coluna vertebral.
Inúmeros pacientes que já tiveram a oportunidade de passar pelas mãos do Dr. Eduardo Miranda sabem o quanto o método é valioso.
Segundo o Dr. Eduardo, depois de tomar inutilmente relaxantes musculares e antiinflamatórios, muitas das vezes sem receita médica, os pacientes procuram pelo seu atendimento.

O que para muitos céticos, que acreditam apenas na medicina tradicional, ou que acha que a Osteopatia e a Quiropraxia são mitos ou qualquer coisa assim, para o Dr. Eduardo é pura ciência, das mais avançadas, aplicadas mundialmente e com resultados magníficos.
As técnicas têm como princípio realinhar a coluna vertebral, tirar a compressão dos nervos e principalmente aliviar as dores, já que as manipulações articulares têm efeito analgésico, relaxante muscular e antiinflamatório.
“ Quando as vértebras não estão alinhadas, todo o sistema nervoso que passa pela medula pode ser danificado”, explica o Dr. Eduardo.
Além disso, da medula passam nervos que se comunicam com praticamente todos os órgãos do corpo. Se um deles estiver pressionado pela vértebra, o fluxo normal de impulsos nervosos se quebra e interfere no funcionamento do organismo.
Por isso, é extremamente comum encontrarmos na avaliação de nossos pacientes a correlação dor na coluna vertebral e disfunção visceral. O estômago, por exemplo, além de produzir sintomas como azia, má digestão, queimação, também pode projetar dor na coluna entre as escápulas e na região do músculo trapézio (próximo a coluna cervical) e até mesmo dores de cabeça. O paciente acha que os sintomas são devidos a problemas distintos, mas na verdade tem apenas uma causa.
E é isso que a Osteopatia e a Quiropraxia se preocupa. Tratamos a causa dos problemas e não os “mascaramos” com medicação analgésica, por exemplo.
Tratar-se com Osteopatia e Quiropraxia sem dúvida é uma das melhores escolhas pra quem quer ter qualidade de vida e viver bem longe das dores.

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OSTEOPATIA E QUIROPRAXIA, SURPREENDA-SE!

Métodos Fisioterapêuticos que visam restaurar
o alinhamento corporal, reequilibrar
o funcionamento do organismo e suprir as dores.

A Osteopatia e a Quiropraxia são métodos destinados ao tratamento das dores do corpo, sejam elas agudas ou crônicas. Os métodos visam suprir as disfunções do organismo através da utilização de várias técnicas de manipulações articulares, musculares e vicerais, causando um reequilíbrio corporal.
As manipulações têm efeito analgésico no segmento manipulado e além de reduzirem a dor quase que imediatamente após sua aplicação, melhoram a circulação local e favorecem o combate ao processo inflamatório.
P elas mãos do Dr. Eduardo Miranda, pioneiro no método aqui em Franca e com curriculum de nível internacional, a Osteopatia e a Quiropraxia vem se tornando referência nos tratamentos alternativos para a dor.
O Dr. Eduardo explica que o sucesso do método é devido aos resultados conquistados nos tratamentos, que geralmente são rápidos e duradouros devido a sua grande eficácia.
As principais indicações do tratamento são para os problemas relacionados com a coluna vertebral e quadril, associados a disfunções no sistema gatrointestinal e/ou uroginecológico. A Osteopatia e a Quiropraxia traa patologias como as dores lombares, dores no pescoço e torcicolos, hérnia de disco, dores ciáticas, fibromialgia, síndromes do túnel do carpo, dores pélvicas, dores de cabeça e enxaquecas, assim como alterações intestinais, estomacais e ginecológicas.

No consultório do Dr. Eduardo Miranda, grande parte dos pacientes que procuram pelo seu atendimento descobrem que suas dores e problemas na coluna vertebral estão associados a várias outras disfunções. As dores lombares são um exemplo, pois podem ser originadas de outros locais, como dos intestinos, dos rins, do aparelho uroginecológico e até mesmo por alterações emocionais como a depressão. Por isso um bom diagnóstico é fundamental, pois o segredo é encontrar a causa dos problemas e supri-las, fazendo com que as conseqüências como a dor, irritação, queimação e inflamação desapareçam. Uma vez encontrada a causa da afecção o tratamento torna-se muito mais eficaz.
Os pacientes usam uma expressão ao final das sessões de osteopatia/quiropraxia que ilustra a real sensação e característica proposta pelos métodos: “É como se a dor fosse retirada com as mãos”, revelam as pessoas que se submetem às técnicas, evidenciando a eficiência do tratamento.
Portanto, tanto a Osteopatia quanto a Quiropraxia são praticadas como um sistema holístico de diagnóstico e tratamento. Resulta melhorando as doenças do corpo e pode ser aplicada desde o recém-nascido até a terceira idade, respeitando as contra-indicações de cada caso, se houver.

Revista Qualitá - pag. 27 – Ano 04. Nº 015. Julho/Agosto 2009.

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OSTEOPATIA CRANIANA TRATA ENXAQUECA
COM DESLIZAMENTOS DOS OSSOS!

Por trás de uma simples dor de cabeça pode estar uma lesão ou desajuste nas articulações do crânio. Por isso, a osteopatia craniana atua nos ossos da cabeça da mesma forma que nas demais articulações do corpo: manipulação e deslocamento. - Pode parecer espantoso, mas os ossos da nossa cabeça se movem. Durante a manipulação, os ossos deslizam uns sobre os outros. Claro que o movimento é muito sutil e deve seguir sua morfologia. Muitas vezes, o deslocamento não é percebido pelo paciente - conta a osteopata Yunã Magalhães. A especialista explica que os ossos se movem por causa do ligamento em bisel (por suturas escamosas). Os ossos do crânio são encaixados e sobrepostos. - Entre um osso e outro passa uma artéria e só há musculatura no osso temporal, o que fica na região lateral da cabeça, que circunda a orelha. A médica anestesista Ana Paula Hipólito, de 40 anos, conta que procurou pela osteopatia para tratar uma dor na região lombar quando descobriu que também poderia tratar a enxaqueca. - Quando a Yunã mexeu na minha cabeça para relaxar ela perguntou se eu sofria de enxaqueca. Cheguei a vir à clínica duas vezes na semana. Eu disse que tinha crises - contou a médica, que já teve alta pela dor nas costas e agora se trata a cada 15 dias.

Mariane Thamsten - O Globo Online
Publicada em 30/04/2007

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A Arte de não adoecer – Dr. Dráuzio Varella!

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos". Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Tome decisão". A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções". Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências". Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho,prestativo,etc., está acumulando toneladas de peso...uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz.
Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se". A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie". Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste". O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive."O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

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